23 novembro 2006

Mesmo bom!

Sabe bem falar com amigos com quem não se fala há muito tempo. Prova, se preciso fosse, que quem é nosso, é nosso sempre, independentemente da distância física e do tempo que corre entre cada contacto. Porque os afectos são intemporais e muitas vezes, imensuráveis. E porque gostar de alguém, é acima de tudo, respeitar ritmos.

3 comentários:

Anónimo disse...

Foda-se, essa merda é profunda, se queres saber... (ou se calhar, não queres)

Calíope disse...

A ideia dos ritmos é de génio (como sempre) e o melhor de tudo é quando funciona! :)

João Castanhinha disse...

Não podia estar mais de acordo, procurava há muito uma definição para classificar aqueles amigos que a vida separou mas que quando reencontrados parece-nos que a ultima Imperial derramada juntos foi ontem ou há umas horas atrás; Esses costumava classificar como os genéticos, ou seja uma predisposição para a amizade gravada "deep down in the core" , agora com o teu manuscrito percebi que
é bastante pertinente a ideia dos ritmos...se bem que intimamente feminina...

Ritmadamente,

JP