20 julho 2006

Anacronismo

Calças pretas justas. t-shirt de rede sem mangas. tatuagem grande no peito, esverdeada pelo tempo - aposto que era uma daquelas coisas feias, a dizer Angola 61 ou amor de mãe... ou então, podia ser uma caveira ou coisa parecida, à metaleiro de antigamente. colete de cabedal preto. boné de cabedal preto. um walkman-leitor-de-cassetes grande e antigo. headphones. ténis e meias com desenhos. cabelo à Futre. saiu do Metro na minha estação e meteu a mão na saída de moedas da máquina de venda de chocolates e pastilhas, a ver se havia por lá uma moeda esquecida. parecia saído de um videoclip dos Scorpions, dos anos 80.

3 comentários:

Gimli disse...

respeitinho pelos metaleiros, sim? :D

Fausto Fonseca disse...

Os metaleiros são todos assim.. mesmo chungas:P especialmente os do norte... ah pois!!! E metaleiro que se preze não tem muitos encontros com o sabonete e a água... não vá estragar a escuridão da vida. ehehehe

LadyBOO disse...

imagino!
uma visão do inferno, daquelas de trazer por casa!
agradeço, mas dispenso!

aliás, vou tendo várias, cada vez que apanho o autocarro no campo grande e o horário coincide com a naveta do Marl.

imperdível!