29 maio 2006

fotógrafa amadora 1









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São as esculturas que decoram a entrada da Reitoria da Universidade de Lisboa, a propósito do FATAL 2006. Acho-as fabulosas! Não sei quem é o autor(a).

25 maio 2006

o açougue

uma conversa com a minha amiga M, há bocadinho :)

Eu - vamos ligar à J, ela deve estar a sair do cabeleireiro. vamos fazer alguma coisa juntas!
Ela - Opá, não... combinei comigo mesma que hoje ia ao talho. não me desvies do caminho do Senhor!
Eu - o senhor do talho? estou a imaginar... o apelo da carne :) o senhor do talho, com os seus ante-braços peludos e um fio de ouro ao pescoço... a verdadeira corrente, no meio dos pelos!

...

lindo, não é? :D

A Naifa

A verdade apanha-se com enganos

sonhei aos vinte anos durante três avé-marias
que eu tinha-me roubado a minha vida
depois de treler o monte dos vendavais
decidi ir contra a futilidade do romance

fui apanhado aos vinte e dois anos
em plena capicua inocente e rua
em amantíssima posse viral

a verdade apanha-se com enganos

aos vinte e três outonos apaixonei-me doze vezes
e nem sempre pelas mesmas almas
mas sobrevivi a um coração míope

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outro super-projecto de música portuguesa contemporânea :) Luís Varatojo, João Aguardela e Maria Antónia Mendes. é fado? também. mas é muito mais do que isso. e é muito, muito bom!

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http://www.anaifa.com/

Donna Maria

Sem marcha atrás

O tempo que a gente perde pela vida a correr
O tempo que a gente sonha que é chegar e vencer
O tempo faz de nós um copo p’ra beber em paz
O tempo é um momento para nunca mais

O tempo mesmo agora fez a terra girar
O tempo sem demora traz as ondas do mar
O tempo que se inventa quando nunca se é capaz
O tempo é um carro novo sem a marcha-atrás

Voei p’ra te dizer
Sonhei p’ra te esquecer
Eu sei não vais parar para eu crescer
Eu sei esperei demais

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Donna Maria é um dos projectos mais interessantes da música portuguesa. adoro-os. vão tocar no dia 30 de Maio, no Speakeasy... e eu espero estar lá!

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http://donna-maria.blogspot.com/
http://www.donnamarialetras.blogspot.com/

19 maio 2006

Chuva


As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
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Letra de Jorge Fernando | Cantada por Mariza
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adoro esta música por muitos motivos - mas acima de tudo, porque ela me lembra que atrás de todos os dias de sol há uma nuvem ou uma tempestade... e que ela pode desabar sobre a nossa cabeça incauta.

18 maio 2006

o sonho

génios da tradução

ontem fui ver o inside man. o filme é mesmo muito bom, a tradução... nem por isso!
deixo apenas uma pérola, para exemplo:
kiss my black ass = vai dar sangue

palavras para quê? :D

16 maio 2006

só não perco a cabeça :(

Ontem perdi dois livros, dentro do meu local de trabalho, algures entre o malfadado relógio de ponto e a entrada do meu escritório - isto é um percurso de 20 metros, no máximo, mas mesmo assim não sei bem onde os pousei, para não os tornar a apanhar. daí eu dizer que só não perco a cabeça...!
ao longo dos anos, já perdi quase tudo - a carteira, as chaves, papéis, cadernos, o porta-moedas, o cartão do Multibanco, chapéus de chuva, sacos com mercearias. uma vez, deixei a mala dentro do autocarro e só dei por falta dela depois de o dito arrancar. há tempos, deixei o meu telemóvel no balcão de uma livraria, de onde o roubaram. no domingo, perdi o fiambre, no caminho entre o supermercado e a minha casa. ainda assim, tenho alguma sorte. o telemóvel e as chaves nunca apareceram, mas a carteira e o Multibanco apareceram em todas as vezes que os perdi, e o porta-moedas também, salvo uma vez. quanto às compras e ao fiambre, espero que alguém os tenha comido :)

estou tristíssima, porque sou doida pelos meus livros em geral. estava a reler Harry Potter and the Prisoner of Azkaban e tinha comprado A Máquina do Arcanjo na sexta-feira, enquanto esperava por uma amiga para jantar. o que mais me incomoda no meio de tudo é saber que alguém os achou e não tentou devolvê-los - onde está a bondade das pessoas?

12 maio 2006

estranhos momentos

na senda das cantorias, aconteceu-me há pouco um episódio embaraçoso!
estava a arranjar o cabelo no quarto de banho, de frente para o espelho de corpo inteiro que fica de lado para a porta e a cantar uma música da Rua Sésamo (don't ask!).

uma banana, duas bananas
uma p'ra ti, outra p'ra mim
bananas!
são três ou quatro
ou ainda mais bananas
não verás uma banana só.
vê as bananas, mas que bem se dão
sempre vestidas de amarelo
que bonitas são
elas vão sempre em cacho
onde quer que vão
não verás uma banana só!
conta lá!
uma banana, duas bananas
uma p'ra ti, outra p'ra mim
bananas!
são três ou quatro
ou ainda mais bananas
não verás uma banana só.

entra uma pessoa conhecida, fica a olhar para mim, aparvalhada, e eu vejo-me na obrigação de justificar: «sabe como é, muito trabalho... quando chega o fim de semana, é a loucura!» :D

ainda a cantar

<deathvocals>
close you eyes
close your mind
i'm dancing in the moonlight
</deathvocals>
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depois do comentário do Gimli ao post anterior, procurei as minhas músicas preferidas de Crematory e estou a afinar as minhas death vocals. fujam!!!