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18 março 2010

Ainda de luto




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O tempo, esse filho da puta, passa a correr. Passou um ano e cinco meses, paizinho. Há dias em que parece que foi ontem. A dor é a mesma, sempre. SAUDADES! <3

16 outubro 2009

info-especiais

Comentava a cena do e-mail da minha mãe com a Calíope e a British Cashew e percebi que isto é de família. Em resposta à minha historieta sobre a minha mãe ter o único e-mail sem arroba do Mundo (sim, que isto é que é ser especial!), elas responderam-me com duas pérolas dignas de publicação:

Calíope: devia ter copiado a minha conversa ontem com a tia *** no msn
Calíope: ela começou a falar cmg e eu tava offline
Borboleta: ahahahahahah
Calíope: passado DOIS minutos ela diz
Borboleta: já me estou a rir!
Calíope: 'epa tou a ficar com a neura por tu n responderes'
Calíope: :D
Calíope: (eu tava offline)
Borboleta: ahahahahahahhahahah
Borboleta: não posso!
____

Borboleta: a minha mãe tem o único e-mail do mundo sem arroba!
British Cashew: ela é especial tá bem?
British Cashew: o da minha mae tinha www
British Cashew: CACACCACACA


MUITO BOM!

arranjem a minha família!

Este texto foi escrito e publicado pela Ladyboo, mas eu não resisti a copiá-lo :)

Conversa nº 1
Borboleta diz:
tens o e-mail da mãe?
ladyboo diz:
qual mae?
que mae tem email?
Borboleta diz:
a nossa, ora!
disse-me a poquinhas
queria-lhe mandar a fotografia do meu penteado novo
ladyboo diz:
a mae tem email?
que conversa é essa?
e vê onde?
Borboleta diz:
no bules
é mail do bules
ladyboo diz:
pois, não fazia ideia"


Conversa n.º 2

ladyboo: Mamâe, 'cê tem email?
mamãe: tinha dois, mas apagaram um.
ladyboo: e podes-me dar o que ficou?

Silêncio. Mamãe começa a ditar:
mamãe: nome2apelido-instituiçãoondetrabalha.pt
ladyboo: ó mae, onde entra a arroba?
mamãe: acho que não tem.

muito bom! muito muito bom!

25 agosto 2009

so long ago


20 julho 2009

A culpa é dela



imagem tirada daqui


Quando eu trabalhava com a British Cashew, ela tinha a mania de anunciar, volta e meia:
- Tenho xixi...! (com voz entre o queixosa e o esperançosa, como se alguém pudesse ir por ela)

Não admira que sob pressão, num jogo de adivinhas, isto tenha acontecido:
Parceiro do grupo - Aquilo que a British Cashew costuma fazer...
Borbie - XIXI!

(Gargalhada geral)
[A resposta era caipirinha...]

05 junho 2009

pequenos exploradores


Os meus pequenotes chegaram há uma semana! São lindos, cheios de personalidade e muito vivaços. Estão a descobrir o mundinho deles @casa da Borbie e tudo lhes desperta a atenção. Até coisas tão desinteressantes como a mochila do computador!
Quanto a nomes: ela é Maria, ele é Afonso. Obrigada pelas sugestões :)

26 maio 2009

A família aumenta


E eu não poderia estar mais satisfeita! Aceitam-se sugestões para nomes, tendo em conta que eu já tenho ideias. Já têm padrinho e madrinha! Há um menino (cinzento) e uma menina (branca). Ambos têm os olhos azuis. Mudam-se no fim-de-semana.

30 março 2009

e se alguém te oferece morangos arranjados

Ela arranjou-os e deitou-lhes uma pintinha de açúcar. Vinham frescos como se quer e ainda traziam colher e  guardanapo, de brinde. Vinham dentro de um tupperware que ela me estava a devolver. O que é que se diz? 



Obrigadinha, pá! Hei-de emprestar-te tupperwares mais vezes!
Um grande bem-haja à British Cashew.

24 março 2009

Parabéns, manufas!

A minha irmã mais nova (das crescidas!) faz anos hoje :) Especialmente para ela, recordo a cançãozinha de abertura do programa Parabéns, do Herman:

Parabéns, parabéns, parabéns!
Se nasceu no dia que hoje passa
Parabéns, parabéns, parabéns!
A você, levanto a minha taça
Parabéns, parabéns, parabéns!
Vai passar um dia extraordinário
Parabéns, temos prendas para lhe dar
Temos velas para soprar, é o seu aniversário
Que alegria, vamos dar-lhe parabéns
E agradeça à sua mãe ter nascido neste dia
PARABÉNS!

Não confirmo as prendas, mas haverá festa @casa da Borbie :)

20 março 2009

Eu gostava TANTO desta canção...

Choose Love


Até ontem, quando tive a infelicidade de a ouvir 300 vezes seguidas, à conta de uma certa British Cashew. Como a dita me estava a chegar aos nervos, decidi desligar o botão, fazendo uma espécie de tradução simultânea de partes da letra. Fica o registo, para a posteridade. 

Reza assim o original
Don't look at me, just look inside
'Cause I can go through
Tell me, are you goin' tired
Of what I don't do
I wanna see, I wanna fight
'Cause I don't feel scared
Honey, if you care

Choose love, choose love, love
Choose love, choose love, oh

Que é como quem diz, em tradução ALGO livre e comentada: 
Não olhes para mim, olha para dentro 
(para onde?)
porque eu não posso continuar 
(o quê, o tricot?)
Diz-me, estás a cansar-te 
(se eu estou, imagina o tipo!) 
do que eu não faço 
(pois, não te calas!)
Eu quero ver, quero lutar
(ver e lutar, duas coisas parecidas..)
porque não tenho medo
(ora ainda bem!)
Jeitoso, se te interessar
Escolhe o amor, escolhe o amor, amor, 
escolhe o amor, escolhe o amor, amor
(repetir até ao enjoo porque o amor é lindo e nunca é demais!)

23 fevereiro 2009

Para as minha irmãs

A dedicatória vale para as minhas irmãs de sangue (em percentagens variáveis!) e para as irmãs de coração.




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You are my sister - Antony and the Johnsons
You are my sister, we were born 
So innocent, so full of need 
There were times we were friends but times I was so cruel 
Each night I'd ask for you to watch me as I sleep 
I was so afraid of the night 
You seemed to move through the places that I feared 
You lived inside my world so softly 
Protected only by the kindness of your nature 
You are my sister 
And I love you 
May all of your dreams come true 
We felt so differently then 
So similar over the years 
The way we laugh the way we experience pain 
So many memories 
But there's nothing left to gain from remembering 
Faces and worlds that no one else will ever know 
You are my sister 
And I love you 
May all of your dreams come true 
I want this for you 
They're gonna come true (gonna come true)

14 janeiro 2009

Música do dia


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Tujh Mein Rab Dikhta Hai - OST, Rab Ne Bana Di Jodi (2008)
Mais um bem-haja à British Cashew e à Calíope, importadoras Lda.

09 janeiro 2009

Made in India



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Guzarish, da banda sonora do Ghajini.
Importado em mãos pela Calíope e a British Cashew. Um grande bem-haja para elas!

23 junho 2008

Elogio do dia :)

«Se eu fosse ao quem quer ser milionário, tu serias de certeza uma das minhas ajudas do telefone!»

Calíope

29 outubro 2007

Praia

Ir à praia nesta altura do ano é bom, não só para a corzinha :) Ontem fui à praia da mata, com a minha irmãzinha e respectivos pais, correr, fazer bolinhos e buracos na areia. Cheirar o mar. Apanhar sol. Muito bom!

13 novembro 2006

Fonte da Telha

Praia cheia de gente. Família.
Som de mar. Cheiro de mar.
Bola. Encher a bola. Puxar pelo fôlego.
Baldes, pás, ancinhos, peneiras e forminhas.
Caranguejo, peixe, estrela do mar.
Conchas. Areia molhada. Bolos de areia.
Correr na areia. Areia nos pés. Molhar os pés.
Água admiravelmente tépida.
Pôr-do-sol.
Tonalidades de rosa, laranja, roxo, azul, cinzento.
O meu domingo.

10 janeiro 2006

À minha mana!

Grande mana, parabéns :) Goza o sol das Caraíbas com toda a pujança!!!

Eterna Saudade...


Faz hoje um ano que morreu o meu coelho e não podia deixar de o recordar. O Tchuíííí foi o bichinho que viveu mais anos lá em casa e, talvez por isso, a sua perda foi mais sentida e mais dolorosa. Lutámos juntos contra a doença que acabou por vitimá-lo... porque eu acreditava piamente que ele ia salvar-se. Só percebi/aceitei que ele não se ia salvar algumas horas antes de ele morrer, e foi no meu colo que ele acabou por morrer.

O meu coelho era o bebé da família! Dele recordo, sobretudo, as cenas divertidas: ele em pé sobre as patas traseiras, a pedir bolachas; ele a comer salsa como se não houvesse amanhã; ele a correr de um lado para o outro no dia em que viu uma caracoleta cá em casa e percebeu que não era o único animal à face da terra; ele a dormitar ao pé do aquecedor, no meu quarto, nas minhas longas noites de estudo; ele a escolher as únicas fotocópias que não eram minhas para roer :D

É sempre difícil lidar com a perda, seja do que ou de quem for. Somos criaturas de afectos, e perder é uma daquelas sensações para as quais nunca estamos preparados, por muito tempo que tenhamos, por muito racionais que sejamos, por muito que as hipóteses estejam contra nós. Perder dói, porque apostámos muito naquilo que perdemos; perder dói porque, na perda, há sempre qualquer coisa de definitivo e de irrevogável... e aceitar que há coisas que não podemos mesmo mudar é extremamente penoso.