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20 julho 2009

A culpa é dela



imagem tirada daqui


Quando eu trabalhava com a British Cashew, ela tinha a mania de anunciar, volta e meia:
- Tenho xixi...! (com voz entre o queixosa e o esperançosa, como se alguém pudesse ir por ela)

Não admira que sob pressão, num jogo de adivinhas, isto tenha acontecido:
Parceiro do grupo - Aquilo que a British Cashew costuma fazer...
Borbie - XIXI!

(Gargalhada geral)
[A resposta era caipirinha...]

15 julho 2009

14 julho 2009

vanguarda da tecnologia

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Imagem retirada daqui.

21 maio 2009

Perspectiva mudança de carreira




Thanks, British Cashew!

06 maio 2009

As minhas traduções manhosas

I need love, love's divine
eu preciso do amor, o amor é divino (o amor é do Senhor!)
Please forgive me now I see that I've been blind
perdoa-me, ó faxavôre, que eu vi agora que estava ceguinho (como diz?)
Give me love, love is what I need to help me know my name
dá-me o amor (não dou!), o amor é o que eu preciso para saber o meu nome (opá, isso resolve-se escrevendo num papelinho)

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Seal - Love's Divine

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Sim, eu ando há dois dias a namorar o CD Soul, do Seal. Mas não, genericamente continuo a não gostar dele. As melosices que ele canta normalmente enjoam-me e aborrecem-me!

31 março 2009

Com o Mika? Pá, tenho dúvidas!

Fiz mais um teste da Rádio Comercial. Como cantadeira (mais ou menos discreta!) do 31 da Carris, TINHA de saber com quem poderia fazer um dueto :D

20 março 2009

Eu gostava TANTO desta canção...

Choose Love


Até ontem, quando tive a infelicidade de a ouvir 300 vezes seguidas, à conta de uma certa British Cashew. Como a dita me estava a chegar aos nervos, decidi desligar o botão, fazendo uma espécie de tradução simultânea de partes da letra. Fica o registo, para a posteridade. 

Reza assim o original
Don't look at me, just look inside
'Cause I can go through
Tell me, are you goin' tired
Of what I don't do
I wanna see, I wanna fight
'Cause I don't feel scared
Honey, if you care

Choose love, choose love, love
Choose love, choose love, oh

Que é como quem diz, em tradução ALGO livre e comentada: 
Não olhes para mim, olha para dentro 
(para onde?)
porque eu não posso continuar 
(o quê, o tricot?)
Diz-me, estás a cansar-te 
(se eu estou, imagina o tipo!) 
do que eu não faço 
(pois, não te calas!)
Eu quero ver, quero lutar
(ver e lutar, duas coisas parecidas..)
porque não tenho medo
(ora ainda bem!)
Jeitoso, se te interessar
Escolhe o amor, escolhe o amor, amor, 
escolhe o amor, escolhe o amor, amor
(repetir até ao enjoo porque o amor é lindo e nunca é demais!)

17 março 2009

E por hoje, fecha-se a loja!!!



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Confesso que este resultado me deixou meio triste: é que preferia um "eh, carapau! isso com molho à espanhola marchava tudo!" do que esta sensaboria. E técnicas ancestrais, moi? Eu gosto de me imaginar na vanguarda de tudo :)

a saga continua

Sobre este teste não há comentários possíveis, porque é demasiado parvo, e o resultado ainda pior!

E não é que acertou, novamente?

Borbie continua com a sua faceta mais fútil em alta. Segue-se mais um episódio da saga dos testes parvos da Comercial. É provável que isto tenha de passar a ser racionado, porque de outra forma, passa a ser dia santo na loja todos os dias! 

Pois então, se fosse uma canção dos U2...

23 fevereiro 2009

Artistas in the hood


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Dei com esta pérola ontem, encostada a uns contentores do lixo, perto da minha casa. 

30 janeiro 2009

Movimento Perpétuo Associativo




A Bolota publicou a notícia de uma petição online, que propõe a institucionalização de «Movimento Perpétuo Associativo», dos Deolinda como novo hino nacional. Achei graça à ideia, não porque desgoste d'«A Portuguesa», mas por achar que a letra da primeira canção é muito mais autêntica no retrato que faz dos portugueses. Pensemos no assunto com sentido de humor: se os hinos também são o reflexo de um povo, é mais fácil um tuga médio identificar-se com o Benfica do que com os egrégios avós (quem, mesmo?). E faltar um impresso é tão típico nosso!

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Movimento Perpétuo Associativo

Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vai parar!

Agora não, que é hora do almoço...
Agora não, que é hora do jantar...
Agora não, que eu acho que não posso...
Amanhã vou trabalhar...

Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!

Agora não, que me dói a barriga...
Agora não, dizem que vai chover...
Agora não, que joga o Benfica...
e eu tenho mais que fazer...

Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, e é esta a direcção!

Agora não, que falta um impresso...
Agora não, que o meu pai não quer...
Agora não, que há engarrafamentos...
Vão sem mim, que eu vou lá ter...

04 dezembro 2008

Do Diário de Marilú

Marilú ouviu dizer que o maior sinal de sanidade mental é questionar essa mesma sanidade, sem se deixar abater pelos desafios que a vida lhe coloca. Nos últimos tempos, dá por si a questionar a sua, com muito mais frequência do que é habitual. Imagina-se padecendo de Distúrbio de Personalidade Múltipla, em versão cómico-trágica, oscilando entre três ou quatro versões de si, qual delas a mais detestável. Todas têm franja recta. O cabelinho liso é opcional, a sombra azul clara, não.
  • Marilú A: 45 anos, dois divórcios em cima e um cãozinho irritante com ladrar agudo, profundamente cínica e desencantada, mas hilariantemente seca e directa nas análises e nos comentários que faz. Engraçada num registo inteligente e mordaz, com um piquinho de azedume, esta personalidade acaba por ter o condão de atrair mais pessoas para a sua beira, convencidas de terem encontrado uma fonte de boa disposição.

  • Marilú B: católica militante, acredita que Deus só coloca no cesto de cada um aquilo que ele consegue carregar, nem mais, nem menos. Entenda-se o cesto como uma metáfora dos ombros de cada um, onde repousam, com sorte, a cabeça e, dentro dela, alguma massa cinzenta. Esta persigna-se sempre que vê um casal aos beijos e diz muitas vezes «Ai Jesus!»,«Valha-nos Nossa Senhora!» e «Benza-te Deus, riquinho!». Gosta de igrejas, lingerie e meias de rede (sim, porque há uma maluca em cada beata!).

  • Marilú C: bipolar, optimista-pessimista, com o registo «pior do que está não fica; tudo o que vier a acontecer de agora em diante é bónus», sendo que o Inferno tem vários níveis, todos eles a descer, e esta personagem está a conhecê-los a palmo. Quando consegue, ri-se da desgraça, enfrentando cada pequeno drama como se de uma de lição de vida se tratasse. Tem dias em que mergulha alegremente na lama, de pazinha em punho, para chafurdar a granel, procurando motivos que justifiquem o céu caído na sua cabeça. Diz que a lama faz bem à pele.

  • Marilú D: ou «frankly my dear, i don't give a damn». Caia ao céu à vontade, não está nem aí. Com jeitinho, esta persona ainda consegue desviar-se para o canto no exacto momento em que o o céu desaba. É ponderada o suficiente para perceber que só pode resolver uma coisa e cada vez e agenda os problemas por ordem de prioridade, mesmo que isso signifique deixar coisas penduradas. Importante mesmo, é ter bolachas com chocolate para o lanche e dormir bem à noite.

No fundo, no fundo, o que Marilú precisa é de um corte de cabelo decente, que a traga de rajada para o séc. XXI. Ou de uns shots de vodka. Diz que ajuda.

30 julho 2008

ocultices ou mudança de carreira à vista

Eu tenho um fascínio por bruxas de vão-de-escadas e demais funcionárias do oculto. Até já disse que quando for grande hei-de mudar de carreira! Com o meu tonzinho bronzeado e algo exótico, acho que basta arranjar um sotaque arrevezado, roupas étnicas, uns incensos e tenho a carreira no bom caminho. Ainda não decidi se vou escolher as cartas, as conchas, os búzios, as borras do café, as entranhas das aves ou a clássica bola de cristal, mas até acho que isso é mais ou menos secundário. O essencial é ter um ar misterioso q.b., dizer algumas coisas mais ou menos incompreensíveis mas com ar very deep shit e fazer umas pausas com ar grave, olhando para o objecto divinatório. Depois, algum senso comum, um punhado de frases feitas, um ar conpungido para usar nas partes em que os clientes contam as suas mágoas e meia-dúzia de conselhos do arco-da-velha são quanto basta para ter o sucesso garantido!

Isto ocorreu-me novamente depois de ler esta pérola.

04 junho 2008

preciso de uma dupla!

Preciso de uma cópia de mim, que fique cá a bulir enquanto eu me piro para o Festival Músicas do Mundo. São só 10 dias :) Não será sacrifício nenhum, que eu até tenho uma vidinha porreira e interessante! Dou alojamento, não exijo que faça limpezas ou qualquer tarefa aborrecida, desde que alimente os periquitos e regue a planta. Se lhe servir de incentivo, aproveito para informar que nunca lá fui e estou mortinha de vontade de ir :D

crise de identidade

No meu bules de sempre, sou Borbie X (o meu último nome). Uso Borbie X para tudo, desde o cartão Multibanco ao cartão da Fnac, passando pelos cartõezinhos de visita e pelo nome que aparece em todas as minhas caixas de correio electrónico.
No bules novo, virei Borbie Y (o meu apelido materno). As pessoas referem-se a mim como Borbie Y, para me distinguir de uma colega com o mesmo nome próprio; o meu endereço de correio electrónico novo é borbie.y@bulesnovo.pt; se vier a ter cartões, aposto que me apresentarão com o meu novo nome.
Já fui Borbie Y, num passado muito distante: quando entrei para a escola primária, a professora ensinou-nos a escrever o primeiro nome e o apelido mais curto. No meu caso, o meu apelido materno é o mais curto. Usei esse nome até entrar para a escola C+S, onde passei a Borbie X, nome que usei nas cerca de duas décadas seguintes.
Estou em plena crise de identidade, é o que é :D

14 abril 2008

Eu ganho!

Aqui há tempos, perdi o aro de um soutien durante a lavagem. Como era um dos meus preferidos, decidi comprar-lhe aros novos. Fui a uma retrosaria, levei o dito, experimentei um ou dois modelos e acertei no que queria. Paguei, peguei nos aros e nos meus outros sacos de compras e... deixei o soutien no balcão. Claro que nunca me ocorreu que o tivesse lá deixado, por isso, dias depois, virei a minha casa do avesso, à procura dele. Acabei por desistir, convencida que o teria deitado ao lixo (don't ask!). Hoje fui à retrosaria perguntar se o teria deixado por lá, instada por uma amiga. Fui com vergonha e quase a sentir-me parva por tal desperdício de tempo. E adivinhem lá o que me devolveram... :D

14 fevereiro 2008

Matei o Futre!



Não se assustem, não cometi homicídio. CORTEI O CABELO :) De há uns dias para cá, andava a embirrar com o meu cabelo, que empenachava no topo e se embrulhava no pescoço, sem grande piada. Sentia-me um Futre demodé, com aquele alto no topo da cabeça e uns cabelos manhosos para trás - e não haviam molas nem ganchos que me convencessem do contrário... só de gorro!

Esta manhã, fui matar o Futre em mim :) Modéstia à parte, estou muito mais gira agora!

21 setembro 2007

O salvamento


Numa das minhas pequenas pausas da tarde, reparei numa lagartixa bebé dentro da sala. Tenho dificuldade em matar bichedo que não me incomoda, e aquela, ainda para mais, era bebé. Decidi salvá-la.
Como, como? A única ideia que me ocorreu foi metê-la num envelope e despejá-la na rua. Arranjei um envelope dos grandes (sim, porque ser amiga do bichedo é uma coisa, tocar-lhe é outra conversa!) e outro dos médios, para a empurrar. Essa foi a parte fácil. O pincel foi para tirá-la de dentro do envelope, sem o inutilizar - quem disse que um envelope que já serviu para carregar uma lagartixa não serve para mais nada?

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27/09/07: cumpre-me corrigir a indicação sobre a espécie do bicho em questão. Já várias pessoas me disseram que o bicho da fotografia que ilustra este post é uma osga. Confesso que não sou grande entendida em bichedo desta laia. Procurei por «lagartixa» no Google e apareceu-me a imagem que já viram, parecidíssima com o bicho que eu resgatei. Afinal, esta era uma osga bebé!

12 fevereiro 2007

Greve!

Está aí mais um «Dia dos Namorados» :)
Embirro especialmente com este dia, se querem saber: são os peluches brancos a agarrar coraçõezinhos de cetim vermelho onde se lê I love you, as rosas vermelhas e as montras carregadas de corações recortados em cartolina e/ou papel autocolante vermelho, as frases feitas em postais, diplomas de «melhor namorado(a)» e outras parafernálias do mesmo género, as canções melosas, os relógios comemorativos da efeméride, os restaurantes e cinemas apinhados de casalinhos e as 500 mil iniciativas idiotas para comemorar o dia-com-cara-de-importado-há-meia-dúzia-de-anos. Em suma, e sem querer ser forreta, um dia perfeito para quem gosta de carneirices caras :)
Por mim, sabotávamos o dia e pronto! Como tal, o Estrelas lança aqui um desafio: vamos fazer greve ao S. Valentim!!!